Checklists · Contábil
Checklists de Contábil
86 roteiros de contábil para o escritório: as etapas na ordem, cada passo explicado e a base legal.
Os 86 checklists de Contábil
- Lançamento de Notas Fiscais de Compras e Serviços TomadosRoteiro mensal para contabilizar as notas de entrada (NF-e, CT-e e NFS-e): validar o documento, classificar a operação, separar o custo dos tributos recuperáveis, registrar as retenções do serviço tomado e conferir o lançamento com a escrituração fiscal.
- Lançamento de Notas Fiscais de Vendas e Serviços PrestadosRoteiro mensal para contabilizar as notas emitidas (NF-e, NFC-e e NFS-e): validar a situação de cada nota, reconhecer a receita bruta na competência certa, lançar os tributos sobre a venda, o custo das vendas e as retenções sofridas e conferir a receita contábil com as apurações fiscais.
- Lançamento de Despesas OperacionaisRoteiro mensal para escriturar as despesas do cliente: reunir e validar os comprovantes, aplicar a competência, classificar por natureza e centro de custo, marcar o que é indedutível no Lucro Real, lançar despesas antecipadas e a pagar e conferir os totais antes do fechamento.
- Lançamento da Folha de Pagamento (integração DP → Contábil)Roteiro mensal para contabilizar a folha a partir do que o Departamento Pessoal fechou: conferir os totais com o eSocial, lançar proventos, descontos, contribuição patronal, FGTS, pró-labore e provisões pela competência e baixar os passivos pelos pagamentos, até as contas de salários e encargos zerarem.
- Lançamento de Depreciação do Ativo ImobilizadoRoteiro mensal para calcular e lançar a depreciação: manter o controle patrimonial em dia, definir início, vida útil, valor residual e método de cada bem, lançar a quota no custo ou na despesa, conciliar com o razão e controlar a diferença entre a depreciação contábil e a fiscal.
- Rotina Mensal de Provisões e Passivos EstimadosRoteiro do fechamento mensal para atualizar os passivos estimados recorrentes do cliente: férias e 13º com encargos, contingências, perdas estimadas com clientes e despesas incorridas sem documento. Separa provisão de despesa a pagar, constitui, usa e reverte pela regra certa e prepara os ajustes do Lalur.
- Importação de Extratos Bancários (OFX/CSV)Roteiro mensal para trazer para o sistema contábil o extrato de todas as contas do cliente sem perder, duplicar ou inventar movimento: listar as contas, obter o arquivo certo, conferir saldos, importar, tratar duplicidades e transferências, classificar com documento e deixar pronto para a conciliação bancária.
- Classificação no Plano de ContasRoteiro para manter um plano de contas que atenda à lei, às normas do CFC e ao SPED, e para classificar cada lançamento na conta analítica certa: estrutura dos grupos, circulante e não circulante, contas próprias para tributos, adiantamentos, provisões e retificadoras, mapeamento para o plano referencial e correção de classificação errada.
- Conciliação BancáriaRoteiro mensal para provar que o saldo de cada conta bancária e de aplicação na contabilidade corresponde ao extrato: confrontar lançamento a lançamento, lançar o que falta com documento, explicar o que está em trânsito, investigar diferenças até zerar e deixar o relatório de conciliação revisado e arquivado.
- Conciliação de CaixaRoteiro para provar que o saldo da conta Caixa na contabilidade é o dinheiro que existe de fato: contagem física com termo assinado, conferência de entradas e saídas com documento, controle de vales e suprimentos, caixa nunca credor, tratamento de sobras e faltas e relatório arquivado.
- Conciliação de Clientes (Contas a Receber)Roteiro mensal para provar que o saldo de Clientes na contabilidade é igual aos títulos em aberto no financeiro: faturamento do mês, baixas de recebimentos, cancelamentos, devoluções, retenções, cartões, adiantamentos, duplicatas descontadas, análise de vencidos e ajuste para perdas de crédito, com o tratamento fiscal no Lucro Real.
- Conciliação de Fornecedores (Contas a Pagar)Roteiro mensal para provar que o saldo de Fornecedores na contabilidade é igual aos títulos a pagar em aberto: compras do mês contra as notas emitidas para o CNPJ, baixas de pagamentos, retenções na fonte, devoluções, adiantamentos, juros de atraso e revisão de obrigações antigas que podem ser passivo fictício.
- Conciliação de Impostos a RecuperarRoteiro mensal para provar que cada saldo de tributo a recuperar no balanço (ICMS, IPI, PIS, Cofins, IRRF, CSRF, INSS retido, estimativas e saldo negativo de IRPJ e CSLL) é igual ao da escrituração fiscal, tem direito comprovado, está na conta e no prazo certos e vai ser usado. Serve para Lucro Real e Presumido; no Simples, só as retenções.
- Conciliação de Impostos a RecolherRoteiro mensal para provar que cada saldo de tributo a recolher no passivo é igual ao apurado e declarado (EFD, DCTFWeb, eSocial, FGTS Digital, PGDAS-D, guias estaduais e municipais), que os pagamentos baixaram a competência certa, que atrasos têm multa e juros registrados e que parcelamentos estão separados e classificados.
- Conciliação de Empréstimos e FinanciamentosRoteiro mensal para provar que o saldo de empréstimos e financiamentos é igual ao saldo devedor de cada contrato: operações completas (conferidas no Registrato), custos de contratação, juros por competência, parcelas com principal e juros separados, variação cambial, parte circulante, covenants e garantias.
- Conciliação de AdiantamentosRoteiro mensal para provar cada saldo de adiantamento: a empregados (salário, 13º, férias, viagens), a fornecedores (mercadorias, serviços e imobilizado) e recebidos de clientes. Separa o que é conta de sócio, cobra prestação de contas e compensação com a nota, trata o que não vai voltar e classifica pelo prazo.
- Conciliação de EstoqueRoteiro para provar que o saldo contábil de estoques é igual ao controle de estoque e ao inventário físico: custo de aquisição sem tributos recuperáveis, método de custeio, entradas e saídas (CMV), contagem física, perdas com estorno de créditos, mercadorias de terceiros e em poder de terceiros, valor realizável líquido e livro de inventário.
- Conciliação de Patrimônio/ImobilizadoRoteiro para provar que o custo e a depreciação acumulada do imobilizado no balanço são iguais ao controle patrimonial bem a bem e que os bens existem: aquisições pelo custo certo, obras em andamento, gastos posteriores, baixas com ganho ou perda, inventário físico, bens totalmente depreciados, valor recuperável e divulgação.
- Conciliação de Folha e Encargos SociaisRoteiro mensal para provar que as contas de pessoal do balancete batem com a folha, o eSocial, a DCTFWeb e o FGTS Digital: despesa igual à folha, salários, INSS, IRRF e FGTS a recolher explicados pelo que falta pagar e férias e 13º iguais ao controle do DP.
- Fechamento Contábil MensalRoteiro para fechar o mês de um cliente: documentos recebidos, integrações fiscal, folha e bancos, lançamentos de competência (depreciação, provisões, apropriações, tributos), conciliações, revisão do balancete e bloqueio do período, com o balancete entregue no prazo combinado.
- Apuração do resultado e encerramento das contas de resultado (ARE)Roteiro para apurar o lucro ou prejuízo do período e encerrar as contas de receita, custo e despesa: resultado completo por competência, tributos sobre o lucro e participações, transferência pela conta de apuração do resultado para lucros ou prejuízos acumulados e DRE na ordem da lei.
- Encerramento de Exercício (Balanço Anual)Roteiro do fechamento do ano: doze meses conciliados, inventários, ajustes de fim de exercício (provisões, impairment, valor presente, eventos subsequentes), IRPJ e CSLL do ano, destinação do resultado, demonstrações pela norma aplicável, assinatura, aprovação dos sócios, ECD e ECF.
- Ajustes de Exercícios Anteriores (AEA)Roteiro para corrigir erro de exercício já encerrado: separar erro de mudança de estimativa, medir a materialidade, lançar o ajuste no patrimônio líquido por lançamento extemporâneo na ECD, retificar ECF, DCTFWeb ou PGDAS-D do ano de origem, reapresentar os comparativos e divulgar em nota.
- Constituição de Provisão de FériasRoteiro mensal para calcular e lançar, por competência, as férias adquiridas e não gozadas de cada empregado, com o terço constitucional, a dobra das férias vencidas e os encargos da empresa conforme o regime, e deixar o saldo igual ao controle do DP.
- Constituição de Provisão de 13º SalárioRoteiro mensal para calcular e lançar, por competência, os avos de 13º salário já adquiridos por empregado, com as médias das verbas variáveis e os encargos da empresa conforme o regime, baixar a 1ª e a 2ª parcela contra o passivo e fechar o ano com o saldo zerado ou explicado.
- Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD)Roteiro para estimar a perda esperada com clientes, lançar o reforço ou a reversão da PCLD, baixar o que é incobrável e separar a perda contábil da perda dedutível no Lucro Real (Lei 9.430/1996, art. 9º), com o controle no e-Lalur e no e-Lacs.
- Provisão para ContingênciasRoteiro para levantar os processos e riscos do cliente (trabalhistas, tributários, cíveis e ambientais), classificar cada um em provável, possível ou remoto, provisionar o provável pela melhor estimativa, divulgar o possível, registrar depósitos judiciais e tratar a provisão no Lucro Real.
- Elaboração do Balanço PatrimonialRoteiro para montar o Balanço Patrimonial a partir do balancete fechado: escolher a norma pelo porte, classificar circulante e não circulante, reclassificar o longo prazo que vence em 12 meses, conferir retificadoras e patrimônio líquido, fechar a equação, comparar com o ano anterior, assinar e transcrever.
- Elaboração da DRERoteiro para montar a Demonstração do Resultado do Exercício a partir do balancete fechado: receita bruta e deduções, custos, despesas por função, resultado financeiro, IRPJ e CSLL correntes e diferidos, participações e lucro líquido, com comparativo, conferência com o Balanço e assinatura.
- Elaboração da DFCRoteiro para montar a Demonstração dos Fluxos de Caixa pelo método indireto (e, quando a norma permite, pelo direto) a partir de dois balanços e da DRE: definir caixa e equivalentes, ajustar o lucro, apurar as variações do capital de giro, classificar investimento e financiamento, fechar com o caixa do Balanço e divulgar o que não passou pelo caixa.
- Elaboração da DMPL (Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido)Roteiro para montar a DMPL no encerramento do exercício: decidir se o cliente precisa dela ou só da DLPA, conferir os saldos iniciais, lançar cada mutação na coluna certa (ajustes de anos anteriores, capital, resultado, reservas, distribuições), fechar com o balanço e a DRE, assinar e levar à ECD.
- Elaboração da DLPA (Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados)Roteiro para montar a DLPA no encerramento do exercício: confirmar que ela atende o cliente (ou que a DMPL a substitui), partir do saldo inicial, lançar ajustes de anos anteriores, resultado, reservas e distribuições, fechar com o balanço, assinar e levar à ECD.
- Elaboração de Notas ExplicativasRoteiro para redigir as notas explicativas do encerramento: o que a norma do cliente exige, a ordem e a numeração, o contexto e a declaração de conformidade, as políticas contábeis, as notas das contas relevantes (receita, estoques, imobilizado, empréstimos, PL, partes relacionadas, contingências), eventos subsequentes e continuidade, revisão, aprovação e envio na ECD.
- Elaboração do Balancete de VerificaçãoRoteiro para gerar e revisar o balancete do mês: lançamentos completos, balancete analítico em quatro colunas, débitos iguais a créditos, saldo anterior que bate, natureza dos saldos, contas de impostos, depreciação, empréstimos e transitórias, variações atípicas e entrega ao cliente, com o balancete de suspensão do Lucro Real.
- Balanço de Abertura de Nova EmpresaRoteiro para abrir a contabilidade de empresa recém-registrada: conferir o ato constitutivo, registrar o capital subscrito e a integralizar, cada forma de integralização (dinheiro, bens, créditos) com seus efeitos no IR e no ITBI, os gastos de antes do início, bens e dívidas trazidos, montar o balanço de abertura, abrir os livros e arquivar.
- Geração da ECD (Escrituração Contábil Digital)Roteiro para gerar, validar, assinar e transmitir a ECD: quem está obrigado, período e forma de escrituração, saldos recuperados da ECD anterior, validação no programa da Receita, livros, termos e demonstrações, assinaturas, prazo e recibo, e o que fazer depois (substituição, multas e guarda).
- Retificação ou substituição da ECD (ECD substituta e termo de verificação)Roteiro para corrigir uma ECD já transmitida: decidir entre o lançamento extemporâneo e a ECD substituta, conferir o prazo, montar a substituta com o Termo de Verificação, validar, assinar e transmitir, e refletir a correção na ECF, na DCTFWeb e na ECD do ano seguinte.
- Mapeamento do plano de contas ao plano referencial e integração ECD → ECFRoteiro para ligar a contabilidade à ECF: escolher o plano referencial certo, revisar o plano de contas, mapear cada conta analítica, tratar subcontas e mudanças de plano, recuperar a ECD na ECF e conferir saldos, balanço e DRE referenciais antes da entrega.
- Reconhecimento de receita de contrato com cliente (CPC 47)Roteiro das cinco etapas do CPC 47 (NBC TG 47): identificar o contrato e as obrigações de performance, determinar e alocar o preço, reconhecer a receita no momento certo, registrar ativos e passivos de contrato e custos do contrato, tratar os efeitos no IRPJ, na CSLL e no PIS/Cofins e divulgar.
- Ativo imobilizado: reconhecimento, custo, componentes, depreciação e baixa (CPC 27)Roteiro para aplicar o CPC 27 (NBC TG 27) ao imobilizado do cliente: o que ativar, qual o custo, componentes, vida útil e valor residual, revisão anual, gastos posteriores, baixa e divulgação, com as diferenças entre a depreciação contábil e a fiscal.
- Ajuste a valor presente (AVP — CPC 12) de clientes, fornecedores e demais ativos e passivosRoteiro para aplicar o ajuste a valor presente: identificar os ativos e passivos com liquidação diferida, decidir o que é obrigatório e o que é relevante, escolher a taxa, calcular, registrar em conta de juros a apropriar, apropriar pelos juros efetivos, tratar IRPJ e CSLL e divulgar.
- Teste de recuperabilidade de ativos — impairment (CPC 01)Roteiro para aplicar o CPC 01 (NBC TG 01): definir os ativos alcançados, fazer os testes anuais obrigatórios, buscar indicadores de perda, identificar as unidades geradoras de caixa, medir o valor recuperável, reconhecer e alocar a perda, tratar o IRPJ e a CSLL, reverter quando cabível e divulgar.
- Arrendamentos na contabilidade do arrendatário (CPC 06 / NBC TG 06 — IFRS 16)Roteiro para o arrendatário aplicar a NBC TG 06 (CPC 06 R2): escolher a norma certa pelo porte, achar os contratos que são ou contêm arrendamento, medir e lançar o direito de uso e o passivo, apropriar juros e depreciação, remensurar, fazer os ajustes do Lucro Real e do PIS/Cofins e divulgar.
- Estoques pelo CPC 16 (NBC TG 16): custo, critério de valoração e valor realizável líquidoRoteiro para medir os estoques pelo menor valor entre o custo e o valor realizável líquido: o que entra e o que fica fora do custo, custo médio ou PEPS, rateio dos custos fixos pela capacidade normal, redução e reversão ao valor realizável líquido, efeitos no IRPJ e na CSLL e divulgação.
- Norma contábil de pequenas e médias empresas: enquadramento e aplicação da NBC TG 1000, 1001 ou 1002Roteiro para enquadrar a empresa pelo porte na norma contábil certa (normas completas, NBC TG 1000, 1001 ou 1002, conforme a ITG 1000), montar o conjunto de demonstrações exigido e aplicar as principais escolhas e simplificações de mensuração e divulgação. O enquadramento não depende do regime tributário.
- Emissão da Decore eletrônica (Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos)Roteiro para emitir a Decore pelo sistema do CFC com lastro documental: conferir a habilitação, identificar a natureza do rendimento, reunir e assinar os documentos exigidos pela Res. CFC 1.777/2025, declarar o valor bruto, assinar com e-CPF, entregar com a validação e guardar tudo por 5 anos.
- Perícia contábil: laudo pericial e parecer técnico (NBC TP 01 e NBC PP 01)Roteiro para o contador nomeado perito ou contratado como assistente técnico: aceitar ou escusar o encargo, propor honorários, planejar, diligenciar, examinar e calcular, responder aos quesitos e entregar o laudo pericial contábil ou o parecer técnico contábil no prazo, com a estrutura da NBC TP 01 (R2) e do art. 473 do CPC.
- Abertura da escrita de cliente vindo de outro escritório (saldos iniciais, plano de contas e conferência)Roteiro contábil para assumir a escrituração de um cliente que vem de outro escritório: receber os arquivos da contabilidade anterior, conferir a ECD e a ECF entregues, mapear o plano de contas, importar e conferir conta a conta os saldos da data de corte, tratar as diferenças e deixar prontos a Parte B do e-Lalur, as integrações e a próxima ECD.
- Revisão de balancete antes de assinarRevisão de segundo nível, feita pelo contador responsável, do balancete já fechado pela equipe: testes de integridade, leitura conta a conta do patrimonial e do resultado, cruzamento com apurações e declarações, correção por lançamento e assinatura com a identificação profissional.
- Conferência da contabilidade antes da ECDTudo o que precisa estar certo na contabilidade e no cadastro antes de gerar a ECD: exercício fechado, lançamentos de encerramento marcados, saldos iniciais iguais aos da ECD anterior, demonstrações iguais às aprovadas, plano de contas, signatários e validação no PGE sem erros. Evita a ECD substituta, que só é aceita em casos restritos.
- Contabilização dos tributos sobre o lucro (IRPJ e CSLL correntes e diferidos)Como registrar o IRPJ e a CSLL na contabilidade em cada regime: o tributo corrente do período, as antecipações e retenções, o pagamento, os tributos diferidos das diferenças temporárias e do prejuízo fiscal, a apresentação no balanço e na DRE e a conciliação com a ECF. O cálculo do tributo fica nos checklists fiscais (fis-007 para o Presumido).
- Integração fiscal → contábil (notas, apurações, retenções e guias)Rotina para levar o fiscal para a contabilidade sem digitação e sem erro: parametrizar CFOP, CST e tributos por conta, importar entradas e saídas, registrar retenções, integrar as apurações (Simples, ICMS, IPI, PIS, Cofins, ISS) e as guias pagas, e conferir receita e tributos antes de fechar o mês.
- Contabilização dos tributos sobre vendas e compras (deduções da receita e tributos a recuperar)Como registrar ICMS, IPI, ISS, PIS, Cofins, DAS e, na transição, IBS e CBS nas vendas e nas compras: receita bruta e deduções, tributos fora da receita, custo líquido dos tributos recuperáveis, compensação na apuração, pagamento e conciliação com a EFD. O cálculo do tributo fica nos checklists fiscais (fis-009 para PIS e Cofins não cumulativos).
- Controle e contabilização de investimentos pelo método da equivalência patrimonial (MEP)Roteiro para participações em controladas, coligadas e empreendimentos controlados em conjunto: classificar a relação, desdobrar o custo na aquisição, obter e ajustar as demonstrações da investida, eliminar lucros não realizados, calcular e lançar a equivalência e os dividendos, testar a recuperabilidade, tratar os efeitos fiscais e divulgar.
- Relatório de análise de balanço para o clienteRoteiro para transformar o balanço e a DRE do cliente em um relatório de análise que ajuda a decidir: base fechada e reclassificada, análise vertical e horizontal, indicadores de liquidez, endividamento, rentabilidade, prazos e capital de giro com fórmula fixa, comparação com o setor, pontos de atenção e recomendações em linguagem de dono.
- Conciliação da conta corrente de sócios e mútuosRoteiro para conciliar as contas de sócios, empresas ligadas e mútuos: separar a natureza de cada movimento, comprovar com documento e extrato, recolher o IOF do empréstimo, reter o IR dos juros e dos lucros, classificar no balanço e zerar o saldo que não tem lastro antes que vire distribuição disfarçada ou pagamento sem causa.
- Conciliação de cartões, adquirentes e Pix (recebíveis)Roteiro mensal para conciliar vendas no cartão e no Pix com as notas fiscais, a agenda de recebíveis das adquirentes e o extrato bancário: receita pelo valor bruto, taxas e antecipações como despesa, chargebacks tratados pela causa e o total recebido conferido com a receita declarada, que o Fisco também recebe das instituições de pagamento.
- Conciliação de aplicações financeiras e rendimentosRoteiro para conciliar CDB, títulos, fundos e demais aplicações da empresa: saldo bruto conferido com o extrato da instituição, rendimento apropriado por competência, IR e IOF retidos lançados como antecipação ou custo conforme o regime, PIS e Cofins sobre receitas financeiras no Lucro Real e o informe de rendimentos batido com a contabilidade antes da ECF.
- Conciliação do patrimônio líquido (capital, reservas, lucros e dividendos)Roteiro para conciliar o patrimônio líquido no fechamento do exercício: capital igual ao registrado na Junta, reservas com base legal ou contratual, resultado destinado na ordem da lei, lucros distribuídos com lastro e retenção conferida, dividendos a pagar separados, DMPL ou DLPA batendo com o balanço e contas aprovadas pelos sócios.
- Conciliação da receita contábil × notas fiscais × declaraçõesRoteiro mensal e anual para fazer a receita da contabilidade, as notas fiscais emitidas e a receita declarada ao Fisco contarem a mesma história: notas menos cancelamentos e remessas, receitas sem nota, diferenças de período, PGDAS-D, EFD-Contribuições, EFD ICMS/IPI, ISS, retenções informadas pelos tomadores e, no ano, ECD, ECF ou DEFIS e recebimentos.
- Despesas antecipadas e apropriação por competênciaRoteiro para registrar e apropriar mês a mês os gastos pagos antes do período que cobrem, como seguros, assinaturas, licenças, aluguéis e IPTU: identificar, separar de adiantamentos e ativos, montar o cronograma, classificar no balanço e respeitar a competência no Lucro Real e no crédito de PIS e Cofins.
- Distribuição de lucros com lastro contábil (limite isento, ata, registro e retenção de 2026)Roteiro para distribuir lucros aos sócios sem transformar o pagamento em rendimento tributável: lucro apurado que sustente o valor, limite isento de cada regime, decisão dos sócios registrada, lançamentos, retenção de 10% acima de R$ 50 mil no mês por sócio, EFD-Reinf, informe de rendimentos e acerto no balanço anual.
- Escrituração do livro caixa (Simples Nacional e Lucro Presumido)Roteiro para manter o livro caixa que o Simples e o Presumido exigem, com toda a movimentação financeira e bancária, saldos batendo com os extratos, sem caixa negativo e com o que ele não resolve: o livro caixa atende à exigência fiscal mínima, mas não substitui a escrituração contábil que o Código Civil exige.
- Apuração do CMV (inventário periódico e permanente)Roteiro para apurar o custo das mercadorias vendidas de comércio: custo de aquisição sem tributos recuperáveis, critério de custeio (médio ou PEPS), contagem do estoque final com corte de documentos, perdas documentadas, cálculo pelo inventário periódico ou pelo controle permanente, lançamentos e conferência da margem bruta.
- Custo de produção industrial (custeio por absorção)Roteiro para apurar o custo dos produtos fabricados pelo custeio por absorção, o único aceito pela norma contábil e pela lei fiscal: separar custo de despesa, apurar matéria-prima, mão de obra direta e custos indiretos, alocar os fixos pela capacidade normal, valorizar produtos em elaboração e acabados, apurar o CPV e conciliar com o Bloco K e o inventário.
- Pacote de relatórios gerenciais mensais ao clienteRoteiro para entregar todo mês ao cliente um pacote gerencial confiável e útil: escopo combinado no contrato, base fechada e conciliada, DRE comparativa, fluxo de caixa realizado, indicadores, tributos e folha, limites e obrigações, comentários em linguagem de dono e entrega segura com registro e reunião.
- Orçamento e fluxo de caixa projetadoRoteiro para montar com o cliente o orçamento de 12 meses e o fluxo de caixa projetado: premissas registradas, receita, tributos pelo regime, custos, folha com 13º e férias, despesas fixas, prazos de recebimento e pagamento, datas que concentram saídas, saldo mínimo, cenários, efeito da reforma tributária no caixa e acompanhamento orçado × realizado.
- Custos, margem de contribuição e ponto de equilíbrioRoteiro para montar com o cliente a análise de custos: separar custos e despesas, fixos e variáveis, calcular a margem de contribuição por produto ou serviço, os pontos de equilíbrio contábil, financeiro e econômico e a margem de segurança, e conciliar o custeio gerencial com o custeio por absorção da contabilidade.
- Contabilidade de entidades sem fins lucrativos (ITG 2002)Roteiro para escriturar e fechar o exercício de associação, fundação privada, organização religiosa ou sindicato pela ITG 2002 (R1): enquadramento imune ou isento e seus requisitos, plano de contas segregado, doações, subvenções, gratuidades e trabalho voluntário, obrigações acessórias e demonstrações com as notas mínimas.
- Prestação de contas de parcerias com o poder público (MROSC)Roteiro para a organização da sociedade civil executar e prestar contas de termo de colaboração ou de fomento pela Lei 13.019/2014: conta específica, pagamentos rastreáveis, rateio documentado, contabilização da parceria, relatórios anual e final, devolução do saldo, diligências e guarda dos documentos.
- Contabilidade e prestação de contas de condomínioRoteiro para o escritório que atende condomínio edilício: cadastro e rateio pela fração ideal, rotina mensal de receitas, inadimplência, despesas, retenções e folha, balancete ao síndico e ao conselho, orçamento anual e prestação de contas à assembleia, com os tributos e declarações do condomínio.
- Balanço de determinação e apuração de haveresRoteiro para apurar o valor da quota do sócio que sai da sociedade limitada ou simples por retirada, exclusão ou falecimento: data da resolução, critério do contrato, balanço de determinação com ativos e passivos a preço de saída, cálculo dos haveres, pagamento, registro contábil, alteração contratual e efeitos tributários.
- Laudo de avaliação e balanço para incorporação, fusão ou cisãoRoteiro contábil da incorporação, fusão ou cisão de sociedades: protocolo e data-base, balanço específico, laudo de avaliação dos peritos, relação de substituição, contabilização na sucessora e na sucedida (valor contábil ou método de aquisição), IRPJ e CSLL na data do evento, ECD e ECF de situação especial, registro, credores e baixa do CNPJ.
- Subvenções governamentais (CPC 07) e crédito fiscal de subvenção (Lei 14.789/2023)Roteiro para contabilizar subvenção e assistência governamental pelo CPC 07 (dinheiro, bem recebido, redução de tributo, empréstimo subsidiado) e tratar os efeitos tributários desde 2024: fim da exclusão do lucro real, habilitação, cálculo e uso do crédito fiscal de 25% da Lei 14.789/2023, reserva de incentivos e notas explicativas.
- Ativo intangível (CPC 04): software, marcas, desenvolvimento e amortizaçãoRoteiro para decidir o que é ativo intangível e o que é despesa (software, licenças, marcas, patentes, desenvolvimento interno, direitos contratuais), medir o custo, definir vida útil, amortizar, testar recuperabilidade, dar baixa, tratar a amortização no lucro real e divulgar.
- Propriedade para investimento (CPC 28): imóveis de renda e holdings patrimoniaisRoteiro para classificar imóveis mantidos para aluguel ou valorização como propriedade para investimento, medir o custo, escolher entre método do custo e do valor justo, neutralizar o valor justo no IRPJ e na CSLL, tratar transferências de uso e venda, apurar os tributos do aluguel e divulgar.
- Ativo biológico e produto agrícola (CPC 29) no agronegócioRoteiro para a empresa rural reconhecer rebanhos, lavouras e florestas como ativos biológicos, separar plantas portadoras (imobilizado), medir pelo valor justo menos despesas de venda, registrar a colheita no estoque, tratar subvenções, neutralizar o valor justo no IRPJ e na CSLL e divulgar a conciliação.
- Operações em moeda estrangeira e variação cambial (CPC 02)Roteiro para importadores, exportadores e empresas com dívidas ou aplicações em moeda estrangeira: definir a moeda funcional, registrar pela taxa da data da transação, atualizar os itens monetários no fechamento, tratar adiantamentos, apurar a variação cambial no IRPJ, CSLL, PIS e Cofins (regime de caixa ou competência) e divulgar.
- Receita de construção e de incorporação imobiliária (CPC 47)Roteiro para construtoras e incorporadoras reconhecerem a receita ao longo do tempo ou na entrega das chaves pelo CPC 47: enquadrar o contrato, orçar e medir o progresso, tratar financiamento, comissões e distratos, apresentar no balanço e apurar IRPJ, CSLL, PIS e Cofins (lucro real, presumido e RET), com o efeito da Reforma.
- Contabilidade de cooperativas (ITG 2004)Roteiro para escriturar e fechar o exercício de uma cooperativa pela ITG 2004 e pela Lei 5.764/1971: separar ato cooperativo e não cooperativo, registrar capital e quotas, apurar os tributos sobre o que não é ato cooperativo, destinar as sobras aos fundos e levar as contas à Assembleia Geral Ordinária.
- Inventário físico do imobilizado e baixa de bensRoteiro para contar fisicamente o ativo imobilizado, conciliar com o controle patrimonial e o razão, tratar sobras e faltas e baixar bens vendidos, furtados, sucateados ou obsoletos com os efeitos contábeis (NBC TG 27, 01 e 31) e fiscais (IRPJ, CSLL, PIS, Cofins e ICMS).
- Demonstrações e declaração de faturamento para bancos e terceirosRoteiro para atender pedidos de banco, fornecedor, locador ou licitação: declaração de faturamento, balanço e DRE assinados e Decore do sócio ou do autônomo. Cobre o que pode e o que não pode ser assinado, o lastro exigido, a Decore Eletrônica da Res. CFC 1.777/2025 e os riscos éticos e penais de declarar sem base.
- Preparação para auditoria independenteRoteiro para o contador do cliente preparar a entidade para a auditoria das demonstrações: confirmar a obrigação, contratar, fechar e conciliar o exercício, montar a lista de documentos, apoiar contagens e confirmações, tratar os ajustes propostos e entregar a carta de representação.
- Due diligence contábil em compra de empresaRoteiro para o contador que assessora o comprador: definir escopo, entender a estrutura da operação e a sucessão de dívidas, analisar a qualidade do lucro e do balanço, levantar passivos tributários, trabalhistas e societários, quantificar os achados e levá-los ao preço, ao contrato e ao registro contábil da aquisição.
- Balanço de encerramento e liquidaçãoRoteiro contábil para encerrar uma sociedade: escolher entre distrato com liquidação já feita e liquidação formal com liquidante, levantar o inventário e o balanço inicial da liquidação, realizar o ativo, pagar o passivo, apurar os tributos do evento, calcular a partilha, zerar o balanço e entregar as escriturações de situação especial.
- Elaboração da DVA — Demonstração do Valor AdicionadoRoteiro para elaborar a DVA da companhia aberta (ou da entidade que a apresenta por exigência de regulador ou por vontade própria) pela NBC TG 09 (R1): confirmar a obrigação, levantar os dados da DRE, montar a formação e a distribuição da riqueza, fechar os totais e divulgar com as demais demonstrações.
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